Segundo Steve McClaren, antigo adjunto dos “red devils”, o principal problema era simples: Ronaldo não queria cumprir exatamente o papel tático exigido pelo treinador.
O técnico neerlandês exigia um futebol de alta intensidade, com pressão constante sem bola — algo que não encaixava no estilo do português nesta fase da carreira.
McClaren explicou que havia “muitas batalhas” nos treinos, com Ten Hag a insistir nas suas ideias e a dar instruções claras sobre o que queria que Ronaldo fizesse em campo.
A situação tornou-se tão incompatível que o próprio adjunto terá dito ao treinador que teria de escolher:
- ou mantinha o seu sistema,
- ou adaptava-se ao jogador.
Como Ten Hag não quis abdicar da sua filosofia, o conflito agravou-se. Ronaldo perdeu espaço, recusou cumprir algumas decisões (como entrar como suplente num jogo) e acabou por sair do clube após um polémico confronto público.
Resumindo:
👉 Não foi apenas uma questão pessoal — foi sobretudo um choque entre um modelo de jogo exigente e um jogador que já não se identificava com esse papel.











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